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ENTRE A AGONIA E O ÊXTASE
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:: quarta-feira, abril 24, 2002 ::

Tenho que reconhecer...

É verdade, tenho oscilado muito entre períodos bons e períodos ruins. Às vezes, não são apenas ruins. Sinto uma saudade louca, uma compulsão em procurar aquela maluquinha ruiva, mas aí lembro que só vou encher o saco dela, que ela não quer falar com ninguém, e acabo desisitindo. Eu me lembro quando ela me procurava espontâneamente, e que essa ansiedade não existia em mim, quando tudo era muito light entre todos nós. Mas nunca mais foi a mesma coisa, desde o lance todo que aconteceu no início do ano. Nos últimos tempos, usei qualquer pretexto para ligar para ela, para encontrá-la. Pois ela só fala comigo quando eu a procuro, e percebo que não existe mais qualquer vontade dela em me procurar. Ela inclusive já se recusou a conversar comigo, o que nunca imaginei que pudesse acontecer entre nós. Fiquei perplexo e muito magoado quando aconteceu. Mas acabei deixando pra lá, assumindo qualquer falha minha que pudesse ter resultado naquilo. Sinto muito a falta dela, daquela atenção, daquele carinho que existia antes. E não vejo chance disso voltar. Estou triste, porque estou sentindo morrer algo que era tão bom e que eu sempre adorei.

:((

Quanto a minha argentina favorita, minha menininha linda, não acho que ela queira sumir e nunca mais me procurar. Ela é muito mais vivida e consegue lidar melhor com esse tipo de situação. Imagino que ela já passou por isso várias vezes. Isso me traz um certo conforto. Eu não pretendo estressá-la mais, já fiz muita merda nos últimos tempos e ela não merece ter sua vida bagunçada por mim, um cara que tem passado mal nos últimos tempos por conta de toda essa carência. Carência de amigos, de atenção, de carinho, de fofura. Ou, simplesmente, carência de uma vida mais feliz. Também sinto muito a falta dela. Lembro que tentei compensar o desparecimento da primeira, buscando a atenção dela, o que nunca me foi negado. Fui descobrindo o quanto eu me importo com ela, o quanto ela me afeta e o quanto eu gosto dela. E senti o quanto eu a queria perto de mim, o quanto a presença dela se tornou importante e necessária pra mim. Mas depois de tudo o que aconteceu, dos eventos que rolaram após o meu aniversário, em que ela tembém se recusou a falar comigo, eu percebi que as coisas também estavam mudando entre nós. Agora, depois que eu abri meu coração para ela, da mesma forma que fiz com a outra, eu também me sinto triste, não por perceber que certas coisas estão fadadas a não acontecer, mas por ainda não cair na real, por ainda não saber se é melhor assim ou não.

:((((

:: Petrus 6:19 p.m. [+] ::
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